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Alerta para a saúde óssea
 

A população da Terceira Idade tem que estar alerta para a saúde óssea e garantir uma elevada qualidade de vida. Uma das ameaças à integridade dos ossos é a osteoporose, que evolui silenciosamente e, no seu início, não causa dores ou apresenta sintomas.

A queda, inclusive, é uma das conseqüências da osteoporose e constitui a primeira causa de acidentes em pessoas acima de 60 anos – sendo que as mortes devido a quedas ocorrem principalmente nos idosos, informa a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) < http://www.sbgg.org.br/publico/artigos/queda.asp>. Para se ter uma idéia do problema, mais de 30% dos idosos caem pelo menos uma vez por ano; número que chega a 50% em pessoas acima de 85 anos.

Uma alimentação balanceada previne a osteoporose. A ingestão de leite, queijo e derivados, vegetais verdes como brócolis, espinafre e couve, amêndoas e peixes são alimentos ricos em cálcio. Recomenda-se também evitar o fumo e o álcool e não consumir mais que 4 a 6 xícaras de café por dia.

A exposição solar ativa a produção de vitamina D pelo organismo e é importante tanto na prevenção como no tratamento da doença, assim como os exercícios físicos. A prática de caminhadas, dança de salão, Tai Chi Chuan, jardinagem, natação ou hidroginástica são excelentes atividades que favorecem o bem-estar.

De acordo com o Comitê de Doenças Osteometabólicas, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) < http://www.sbot.org.br/portal/home.asp>, as pessoas mais atingidas pela osteoporose são as mulheres pós-menopausa. Os homens, as crianças e os adultos jovens também podem ser vítimas da doença, devido ao sedentarismo, desnutrição ou desvios alimentares.

Apesar de não apresentar sintomas no seu inicio, a diminuição na altura e aumento da curvatura da coluna dorsal são sinais de que é preciso procurar avaliação clinica de um médico ortopedista.

A osteoporose é caracterizada pela perda progressiva da massa óssea, tendo como conseqüência a fratura por trauma leve. Sua principal causa é a diminuição dos hormônios sexuais, o estrógeno na mulher na pós-menopausa, e a testosterona no homem, durante o envelhecimento.

Constituem fatores de risco o uso de corticóides por mais de seis meses, o uso crônico de alguns antiácidos, o sedentarismo, o alcoolismo, as doenças gastrointestinais que dificultam a absorção de cálcio e a intolerância à lactose.

Texto preparado por Luiz Carlos Ferraz (luizferraz@uol.com.br)

 
Fonte:
Data: 2/6/2008
 
 

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